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Quem sou eu?


Acho que não existe um modo certo ou um errado de se definir uma pessoa, mas, quando tento fazê-lo, encontro algo como:
Sou Lucas Sigoli Gomes, filho de Dárcio Reche Gomes e Tatiane Nunes Sigoli Gomes, nasci em 25 de Janeiro de 1997, na cidade de São Paulo-SP, Brasil, atualmente estou, realizando um dos meus sonhos, cursando o ensino médio integrado com o técnico em Edificações no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, anteriormente estudava, no Colégio da Polícia Militar, onde cursei todo o meu ensino fundamental.
Hoje me dedico aos meus estudos para atingir meus objetivos, apesar dos boatos, ainda tenho vida social, mesmo depois de entrar no Liceu e ”uma vez presenciei um aluno da USP dizer que quem pensa que entrar na USP é difícil, ele afirma, não sabe o quão difícil é conseguir completar o curso e se formar, visto que sua turma começado com 23 alunos e somente 6 alunos conseguiram completar o curso”, acho que posso partilhar desta opinião, mesmo que ao ler "USP" lembro do Liceu.
Como todo adolescente tenho minhas preferências e hobbies como: colecionar moedas, medalhas – um “numismático”, portanto - e álbuns; correr com meu pai em corridas de rua ou andar de bicicleta em passeios ciclísticos; ler livros, principalmente Harry Potter, saga de que sou fã, se é que essa palavra, tão pequena como é, possa resumir como sou em relação a esse tema, um verdadeiro “Potteriano”, costumo usar computadores e vídeo games demasiadamente, mas gosto muito de sair em família, sou curioso, tímido, engenhoso mas, definitivamente, sou uma pessoa muito feliz.
O motivo de não ter colocado uma foto minha em meu perfil é que acredito que não se pode “julgar um livro pela capa” e sendo assim de nada seria útil colocar uma foto minha alguém que muitos dos leitores nunca viram ou gostariam de ver, por isso optei por utilizar de uma imagem, um símbolo que faz referência a, “na minha nada humilde opinião” (Dumbledore), melhor série que já vi, bem como ao mundo de que fala, e que, de tempos e tempos, mudarei esta imagem.

Para contato:

Qualquer semelhança é mera coincidência...


Após assistir a alguns filmes e pesquisar um pouco, percebi algumas semelhanças nos filmes da Disney, alguns Easter Eggs -Em informática, um ovo de páscoa (ou easter egg, tradução para o inglês, como é mais conhecido) é qualquer coisa oculta, podendo ser encontrada em qualquer tipo de sistema virtual, incluindo músicas, filmes, videogames etc. Nunca deve ser confundido com mensagem subliminar, pois esta é uma coisa que o ser humano não percebe logo na primeira vista, deve analisar. Já easter egg é um segredo virtual. (Wikipédia) -, talvez deve ter você percebido alguns deles mas provavelmente não todos, seguem abaixo: 

O Melhor Do Mundo


Quaivatdienanh.com (Modificado);
Pixar Blog Brasil (Modificado)

Aqui vemos o carro de entregas da pizzaria de Toy Story, o Pizza Planet, em vários outros filmes também da Disney, alguns dos filmes em que ele aparece são:

1. Toy Story
2. Vida de Inseto
3. Toy Story 2
4. Monstros S.A.
5. Procurando Nemo
6. Carros
7.Ratatouille
8. Wall-e
9. Up, Altas aventuras
10. Toy Story 3




Neste último, aparece a letra A e os números 113, em homenagem a sala em que estudavam John Lasseter, Andrew Stanton, Brad Bird e Pete Docter, ex-alunos da CalArts (California Institute of Arts) e animadores da Pixar Animation Studios, em sequência, de cima para baixo, da esquerda para direita, ficam as fotos dos filmes: Toy Story (aparece nos 3 filmes sendo a placa da mãe de Andy; Procurando Nemo, a sigla aparece em sua câmera; Wall-e, onde usaram-na inúmeras vezes, sendo vista toda vez em que o piloto automático entrava em cena; Vida de Inseto; Ratatouille; Carros; além de muitos outros filmes como Up Altas aventuras, onde aparece como sendo o número do formulário no julgamento de Carl, Os Incríveis, onde o Sr. Incrível se reune com Mirage no quarto A113 e fica detido no Nível A1, célula 13.  

Parabéns, atrasado; E Feliz Dia do Publicitário!






Apesar de não estarmos mais nem perto de fevereiro, achei interessante esse anúncio pois depois de um belíssimo uso da ambiguidade neste jogo de palavras, vi que fora feito para homenagear o publicitário assim como fizeram muitas outras como:



ou em

Encontrei Aqui

Ps.: Em minha opinião, a última é a mais criativa das três.

Esperar não é saber !

Pra não dizer que não falei das flores

Geraldo Vandré




Caminhando e cantando
e seguindo a canção.
Somos todos iguais,
braços dados ou não.
Nas escolas, nas ruas
campos, construções.

Caminhando e cantando
e seguindo a canção
Vem, vamos embora
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora.
Não espera acontecer.
Pelos campos há fome
em grandes plantações.
Pelas ruas marchando
indecisos cordões.
Ainda fazem da flor
seu mais forte refrão.
E acreditam nas flores
vencendo o canhão.
Vem, vamos embora
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora.
Não espera acontecer.
Há soldados armados.
Amados ou não.
Quase todos perdidos
de armas na mão.
Nos quartéis lhes ensinam
uma antiga lição:
De morrer pela pátria
e viver sem razão.
Vem, vamos embora
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora.
Não espera acontecer.
Nas escolas, nas ruas
campos, construções.
Somos todos soldados
armados ou não.
Caminhando e cantando
e seguindo a canção.
Somos todos iguais
braços dados ou não.
Os amores na mente.
As flores no chão.
A certeza na frente.
A história na mão.
Caminhando e cantando
e seguindo a canção.
Aprendendo e ensinando
uma nova lição.
Vem, vamos embora
que esperar não é saber.
Quem sabe faz a hora.
Não espera acontecer.

Escrita em 1968, durante o regime militar, a música de Geraldo Vandré, "Pra não dizer que não falei das flores", foi tomada quase que como um hino contra a ditadura, uma vez que fora escrita num ano de grandes manifestações e de marcos históricos para o Brasil e mundo: a Guerra do Vietnã; a Primavera de Praga, na Tchecoslováquia; os assassinatos de Martin Luther King e de Robert Francis Kennedy; a Tropicália; o AI-5, etc... Por ter sido composta no Brasil, penso eu que o contexto em que a música melhor se insere é, obviamente, nas manifestações contra a ditadura militar brasileira.

Por ser uma ameaça a esse regime, os militares, assim como fizeram com diversos outros artistas, censuraram Vandré, bem como sua música, por suscitarem ao povo à resistência contra o regime, tendo em vista que para fazê-lo usaram de pretexto a "ofensa" presente nos versos: 
"Há soldados armados.
Amados ou não.
Quase todos perdidos
de armas na mão.
Nos quartéis lhes ensinam
uma antiga lição:
De morrer pela pátria
e viver sem razão."
Se estavam certos os militares ou os que resistiam a esse sistema, creio eu, não se pode dizer, mas uma coisa é certa, por melhor que fossem as intenções para implantar a ditadura - fazer o país progredir, trazer a ordem, etc... -, eles, os militares, o fizeram de forma muito rude e brutal, torturando e matando muitas pessoas, infelizmente, se o tivessem feito de outra maneira talvez o Brasil ainda se manteria neste regime, talvez ele traria melhoras para o país, ou não, provavelmente nunca saberemos. Só sabemos que existiram na ditadura, assim como ainda existem hoje, pessoas partidárias e, outras, contrárias a ela, até este ponto tudo bem, mas haviam, assim como atualmente, os que estavam alheios a ambos os lados, alienados a vida pública do país, ou seja, os "idiotas", do grego, "homem privado", sendo assim aqueles que não tinham vida pública, sendo facilmente manipulados, um grande problema, não para o Estado, mas sim para esses mesmos individuose para a sociedade que passa a contar com uma 'cabeça pensante' a menos.
Enquanto alguém manter uma ideia/opinião, mesmo que errada, equivocada ou absurda, este estará melhor do que se não o fizesse, por exemplo a analise desta mesma musica feita por um outro e publicada em Mestres da Historia (blogspot):

"Caminhando e cantando e seguindo a canção / Somos todos iguais braços dados ou não: representa as passeatas que reuniam, em sua maioria, jovens que tinham consigo um desejo de mudança, ambições e sonhos, eram movidas a cartazes de protestos, a vozes gritantes que entoavam hinos e músicas. Essa frase também nos mostra que independente de crenças e idéias, as pessoas são iguais, estando elas do mesmo lado ou não.
Nas escolas nas ruas, campos, construções: as manifestações eram compostas de pessoas de diversos ambientes, mas que possuíam o desejo de mudança em comum: agricultores, operários, camponeses, mulheres, jovens, professores, jornalistas, intelectuais, padres e bispos. No caso de professores, jornalistas e intelectuais eles eram censurados e vigiados, o que depois de AI-5 ocorreu com maior intensidade, os professores não podiam lecionar e mencionar nada referente ao golpe, os jornalistas tinham seus artigos e matérias cortadas pela censura e os intelectuais eram proibidos de disseminar suas idéias e também de publicá-las. Nas universidades não havia vagas e muitos jovens não conseguiam estudar, mulheres eram descriminadas e impedidas de trabalhar, os operários sofriam com os baixos salários, agricultores e camponeses tinham suas terras ocupadas e os padres e bispos eram ameaçados, presos e muitas vezes expulsos do país. Então a maneira encontrada para protestarem pelos seus direitos, era juntar-se aqueles que também possuíam idéias de mudança e desejo por um país melhor.
Vem, vamos embora, que esperar não é saber: esse trecho contesta sobre aqueles que sofriam o momento na pele e não faziam nada, afinal não se muda um país, ficando parado. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer: refere-se também a essas pessoas que preferiam ficar em silêncio em vez de tentar alcançar a mudança junto aos estudantes e aos demais.
Pelos campos há fome em grandes plantações: as pessoas que trabalhavam nos campos, ou que eram agricultores, também sofriam com a ditadura, os poucos que possuíam um pedaço de terra a mesma lhe era tomada, os camponeses muitas vezes eram despejados e acabavam por passar fome.
Pelas ruas marchando indecisos cordões: cordões é como ficou conhecido os grupos de foliões que tomavam as ruas durante o carnaval, o nome refere-se a característica dos grupos serem formados de forma que as pessoas se sucedem. Assim era composta algumas das manifestações, como foi o caso da Passeata dos Cem Mil, que parecia ser dividida em blocos: artistas, mães, padres, intelectuais e entre outros, que em muitos casos, caminhavam indecisos ou com medo dos militares.
Ainda fazem da flor seu mais forte refrão / E acreditam nas flores vencendo o canhão: enquanto os militares reprimiam os protestantes com canhões, bombas de gás, e armas, a população saia nas ruas com cartazes e com a força de suas vozes, muitos atirando pedras e tudo o que se estivesse ao alcance, mas nada parecia ser tão forte e provocante quanto os gritos, as palavras de ordem dos movimentos estudantis, frases e músicas daquele ano, essas sim eram suas verdadeiras flores. Mas começaram a surgir grupos que não acreditavam mais em democracia sem a violência, alguns grupos de radicais se formavam e gritavam em coro: “Só o povo armado derruba a ditadura”, enquanto do outro lado um grupo militante gritava: “Só o povo organizado conquista o poder”.
Há soldados armados, amados ou não / Quase todos perdidos de armas na mão: os soldados estavam sempre armados e dispostos a prender os manifestantes e levá-los para as salas do DOPS, porém, muitos pareciam alienados, não sabiam direito o que acontecia ou fingiam não saber, para quem sabe assim se redimir da culpa de tantas mortes e “desaparecimentos” da época. Mas tinham famílias, namoradas, mãe, irmãos podiam sim ser amados por alguém ou então odiados por todos. Muitas manifestações foram, sobretudo contra a violência dos policiais.
Nos quartéis lhes ensinam antigas lições / De morrer pela pátria e viver sem razão: Os soldados aprendiam lições e como se houvesse uma lavagem cerebral aceitavam cumprir as ordens do governo, mas acredito que em sua maioria muitos sabiam exatamente o que faziam e concordavam com os planos e métodos. Como diz a frase eles aceitavam morrer pelo seu país, mesmo que para isso eles fossem recriminados pela população e tivessem que viver sem anseios e sem razão, afinal de contas eles só serviam para fazer o trabalho pesado para os governantes.
Somos todos soldados, armados ou não: na contradição de ser ou não soldados, todos
eram, a diferença esta nas armas e na motivação.
Os amores na mente, as flores no chão / A certeza na frente, a história na mão: a maioria, se não todas as pessoas que participavam ativamente dos manifestos eram motivados pelas perdas que sofriam, pelas mortes de amigos, parentes, conhecidos, pela dúvida do que aconteciam com as pessoas que eram levadas. Alguns dos jovens quando crianças viram seus pais serem levados por policiais e nunca mais tiveram noticias, muitos viram seus amigos morrerem e o corpo simplesmente desaparecer e acabavam por não ter direito ao enterro, alguns poucos voltavam e de outros nunca mais se ouvira, eram guiados pela certeza de que poderiam mudar o mundo e pela história que cada um deles possuía.
Aprendendo e ensinando uma nova lição: Grande parcela dos jovens brasileiros de hoje, desconhecem o período de 10 anos desde o golpe militar até o fim da ditadura, o desejo de mudança, a fome por liberdade e a coragem de lutar não está entre as principais prioridades do jovem do século XXI. O conformismo, a tecnologia, e várias outras novidades que surgiram após 1968, impedem que estudantes despertem em si os mesmos desejos de mudança. Muitos jovens não conseguem imaginar que existiu um tempo em que não havia internet, raves, DVD, CD, TV em cores e muito menos TV a cabo, shopping centers, big brother, MSN, orkut, entre outras coisas. Os jovens são movidos a saciar seus desejos e vontades muitas vezes supérfluas e estão mais preocupados com o próprio bem-estar, muitos desperdiçam o direito de voto, que infelizmente só foi conquistado após ditadura, direito esse que tanto foi motivo de luta dos jovens que almejavam garantir sua opinião e participar da história do próprio país.
Insatisfação contra a corrupção, violência, injustiça, leis, governos, escolas, mas não passam de apenas reclamações. A música de Geraldo Vandré é clara, nos conscientiza e informa sobre o ano de 1968 e os demais que se seguiram de ditadura militar, nos faz repensar sobre atitudes e ideais, sobre o velho e o novo, e de como o ditado “um por todos, e todos contra um” foi tão intenso durante aqueles anos, os estudantes podem não ter derrubado a ditadura, mas foram vistos e foram parte importante e indispensável da história. É decepcionante saber de que nos tempos atuais, aceitamos o que nos é imposto, fazemos parte de uma massa que cada vez mais parece alienada e movida às tecnologias. Não conseguimos nos separar de bens materiais e tampouco lutar contra isso, nos conformamos e ficamos aprisionados, o ano de 1968 ficou apenas como exemplo de uma geração de jovens com ideais, alguns alienados sim, mas a maioria com esperança de um país melhor e capaz de lutar pela liberdade e por aquilo que era lhes eram imposto.
Mesmo depois de 40 anos essa composição ainda pode nos expor a importância da luta pelos nossos objetivos, desejos e ideais, mas principalmente de como o conhecimento dos próprios direitos e deveres é imprescindível para que se construa uma sociedade melhor e democrática, além de ser o nosso principal dever como cidadão."



A mãe do progresso



... Viu só? Ser preguiçoso não é tão ruim assim ...

Quer um exemplo?

(Os Vingadores Oficial)

Precisa dizer alguma coisa?!  Achei interessante postar aqui uma boa dica de passeio para o fim de semana. Infelizmente ainda não tive o prazer de ter ido assisti-lo, portanto não sei realmente se é muito bom, contudo creio que sim, afinal teve ele muitas boas criticas pelo que pude perceber.

Só para lembrar...



Nada contra a igreja, seja de qual religião for, mas esse pessoal merece destaque. Como diz Galileu: "A ciência humana de maneira nenhuma nega a existência de Deus. Quando considero quantas e quão maravilhosas coisas o homem compreende, pesquisa e consegue realizar, então reconheço claramente que o espírito humano é obra de Deus e é a mais notável."

Sua média no LAO

Calcule aqui, estudante do Liceu de Artes e Oficios, a sua média

Depois desse primeiro trimestre, vocês - assim como eu - viram o quão difícil é calcular essa média, ainda mais se levar em conta que são cerca de 20 matérias já no primeiro ano... Pois bem, criei uma tabela "interativa" para facilitar esse calculo, vocês podem simplesmente completar com o que está faltando com os dados referentes a vocês, nada além disso.

Ps¹.: Completem apenas o que está faltando e nada mais. (Onde lê-se " #DIV/0! " significa que algum dos divisores da formula esta igual a zero, seja o nº de questões da matéria ou da global, portanto, ignorem)
Ps².: Não testei, em momento algum, essa fórmula com dados reais, sendo assim, se ela apresentar algum defeito, problema, bug ou qualquer outra coisa do gênero, me avisem o quanto antes para que eu a concerte. 
Ps³.: Os campos laranjas são obrigatórios, os brancos opcionais (se preenche-los, não é necessário escrever a "NOTA DA P2" nem da "P3") e os vermelhos dirão as médias e se está de recuperação, por tanto não as preencham.
Divirta-se preenchendo-a:


Ou entrem no link a seguir: Calcule aqui a sua nota do Liceu

A busca de inspiração?

(tirinha retirada do site http://www.legal.adv.br/20060824/criatividade)

É mais que obvio que esse não é o melhor "modo" de fazer alguma coisa, mas, admita, no mundo em que vivemos hoje - sedentário, capitalista, consumista e, perdoem-me pelo uso desse termo, relaxado - quem não é exatamente igual ao Calvin?

A "melhor" escola paulista


Só três escolas têm mais que 5 no ensino médio em índice paulista        iG São Paulo | 30/03/2012 20:35

Resultado do Idesp melhorou em relação a 2010, mas ainda é menor que 2009.

O Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) de 2011 foi divulgado nesta sexta-feira por escola. O valor é baseado nas notas obtidas pelos alunos no Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar (Saresp) e acompanha a melhora tímida da rede. Os piores resultados estão no ensino médio, em que apenas três das mais de 3,5 mil escolas avaliadas conseguiram índice melhor que 5 na escala de zero a 10.

O Idesp do Estado em 2011 foi de 4,24 no primeiro ciclo do ensino fundamental, 2,57 nos anos finais do fundamental e 1,78 no ensino médio. Em relação a 2010, os dados são melhores, mas apesar da recuperação tímida, a nota obtida no 9º ano do fundamental e no 3º ano do ensino médio ainda está aquém dos resultados obtidos em 2009.

Ao todo, 460 escolas tiveram nota igual ou maior que 5 no primeiro ciclo do fundamental enquanto outras 1.200 ficaram abaixo. No 9ª ano, o total de instituições que consegue alcançar ou ultrapassar índice 5 chegou apenas a 10 entre 3.6 mil escolas.

Quase 10 
A escola Reverendo Augusto da Silva Dourado, em Sorocaba, avaliada pela primeira vez e que tem apenas as séries iniciais recebeu o maior índice: 9,3. Nas séries finais, o melhor resultado foi da Dr. Francisco de Paula Abre Sodre, em Itu, com 6,27.

No ensino médio, a melhor avaliada foi a Dr. Samuel de Castro Neves, em Piracicaba, com 5,98. As outras duas acima de cinco foram a Pedro Mascari, em Taquaritinga - que já havia se destacado no ano passado - e a própria Francisco de Paula Abre Sodre, que nesta etapa ficou com 5,36.

O Idesp é um dos instrumentos usados para calcular o bônus dos professores estaduais, divulgado na manhã desta sexta-feira como 59% maior do que o ano passado.
(citação dehttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/so-tres-escolas-tem-mais-que-5-no-ensino-medio-em-indice-paulist/n1597727866752.html)

O Brasil gastando aqui fortunas com futilidades, como a Copa - não menosprezando ninguém -, enquanto a educação dos jovens fica em segundo plano, mas há uma salvação não é mesmo? A escola Reverendo Augusto da Silva Dourado, já em sua primeira avaliação, teve um resultado mais do que satisfatório, afinal é mais que o dobro da média estadual, não é?! ERRADO!!!!!!
Pais e estudantes acusam escola melhor avaliada de SP de fraude Marina Morena Costa, iG São Paulo | 02/04/2012 19:13
Alunos da escola estadual com índice 9,3 - em escala de 0 a 10 - relatam que tiveram ajuda de professoras na prova

A nota da escola estadual Reverendo Augusto da Silva Dourado no Idesp, índice de qualidade da rede de ensino paulista, impressiona: 9,3 em uma escala de 0 a 10. O desempenho da unidade localizada em um pequeno distrito de Sorocaba ultrapassa o dobro da média das turmas do 5º ano do ensino fundamental de São Paulo, 4,24. Uma simples visita à vizinhança, no entanto, foi suficiente para o iG descobrir algo errado nessa conta. Quatro dos vinte e sete estudantes que fizeram o Saresp, prova de português e matemática que compõem o Idesp, relataram que tiveram ajuda dos professores durante a avaliação - docentes que têm o bônus condicionado ao Idesp da escola.

Foto: Marina Morena Costa/iG  -  Escola Reverendo Augusto da Silva Dourado com a maior nota no Idesp no Estado de São Paulo: 9,3

“Quando a resposta estava errada, a professora mostrava o erro. Às vezes ela dava a resposta, ou falava para a gente reler o texto com mais atenção”, relata H.L.S.S., de 10 anos, que se formou na escola no ano passado e fez parte da turma bem avaliada no Saresp. De acordo com o boletim da escola, todos os estudantes tiraram a nota máxima em matemática e 81% tiveram desempenho avançado em português.

Minha filha teve bastante dificuldade na escola nova e até faz reforço. Se o ensino fosse bom, ela não precisaria"Alessandra da Silva, mãe de aluna com nota 10

Alessandra Vidal da Silva, de 32 anos, mãe de Sabrina, de 12 anos, formada em 2011, diz que estudantes que faltaram no dia de aplicação do Saresp tiveram a prova feita por professores. “Minha filha teve bastante dificuldade na escola nova (6º ano do ensino fundamental) e até faz reforço. Se o ensino fosse bom, ela não precisaria disso, né?”, questiona a dona de casa.
Colegas de Sabrina na turma de 2011 confirmam as suspeitas de fraude. “Tinha algumas perguntas que eu não sabia responder, mas a professora confirmou”, conta L.A.S.R, de 12 anos. L.H.S. de 13 anos, que repetiu dois anos, diz que as dúvidas dos alunos eram respondidas durante a prova.
Cercada por ruas de terra e casas de madeira e alvenaria, a escola estadual Reverendo Augusto da Silva Dourado está localizada em um distrito industrial de Sorocaba, cidade a 100 km de São Paulo. Com cerca de 70 alunos e apenas as cinco primeiras séries do ensino fundamental, lembra a realidade de outras escolas campeãs no Saresp: poucos alunos por sala de aula (média de 14) e proximidade com os pais de alunos. Em 2010, a escola teve Idesp 6,07. No ano seguinte, saltou para o topo – a segunda maior nota obtida foi 8,95, em Araras, e a primeira da capital 7,43. Já no Índice Nacional da Educação Básica, do Ministério da Educação, seu desempenho ficou abaixo da média estadual e do município, em 4,5.

Foto: Marina Morena Costa/iG  -  Bairro de ocupação em que fica a escola que, segundo alunos, fraudou Idesp
Grande parte dos alunos é moradora do Jardim Iporanga 2, uma área ocupada vizinha à escola que está em processo de legalização com a prefeitura. Na comunidade, todos comentam sobre a ajuda extra que os estudantes supostamente tiveram no Saresp. “As crianças chegaram falando que a professora deu um monte de respostas. Teve um que só escreveu o nome e ela fez a prova”, conta Josilene Neide dos Santos, de 24 anos, mãe de uma aluna da educação infantil, que funciona no mesmo prédio da Reverendo Augusto da Silva Dourado.

Sem investigar, secretaria diz que nota está certa
A Secretaria de Educação de São Paulo, avisada pelo iG dos depoimentos, afirma que a denúncia não procede, pois, de acordo com seus registros, professores de outras escolas aplicaram o Saresp na Reverendo Augusto da Silva Dourado. Apesar das denúncias dos estudantes e dos pais, a pasta não abrirá sindicância.
Ainda de acordo com a Secretaria, “para a realização da avaliação é contrata uma empresa terceirizada que elabora e fiscaliza a realização do exame, com fiscais presentes em sala de aula. Além disso, dois pais voluntários participaram da fiscalização, circulando pela unidade, e não relataram nenhuma irregularidade”.
(citação dehttp://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/pais-e-estudantes-acusam-escola-melhor-avaliada-de-sp-de-fraude/n1597730222194.html)

O Jovem hoje é idiota

Durante o regime militar, 1964 – 1985, o jovem brasileiro era muito mais ativo e contestador na sociedade do que é hoje. Hoje, protestos e passeadas viraram, quando muito, mensagem de “corrente” nas redes sociais; revoltas e revoltosos, hoje são os jovens quando discutem com seus pais; não há mais, pelo menos não em grandes proporções, luta pelos direitos do povo por parte dos jovens. 
Por mais que digam o contrário, o jovem dos anos 60, 70 e 80 fez muito mais reivindicações que os jovens de hoje, ainda assim a ditadura triunfou sobre esses, não vemos mais os jovens se reunindo para fazer passeatas, revoltas, protestos, greves, nada... nada além dos grupos de jovens acomodados, sedentários e “viciados” em computadores e/ou jogos em lan houses, o que causa ainda mais revolta no grupo pensante da sociedade: em 1970, por exemplo, a internet mal tinha surgido e o computador estava longe de ser pessoal, tão pouco ser de simples funcionamento ou de grande acessibilidade para a população, e as redes sociais estavam longe de serem criadas, ainda assim o povo, em especial os jovens, se reunia, mesmo que impedidos muitas vezes pelos militares, pelo toque de recolher, ou por qualquer outra das varias leis impostas na ditadura militar – como a censura que bloqueava, muitas vezes, o conhecimento ao povo –, para discutir questões de politica, economia, sociedade ou o futuro da nação... hoje, o jovem não mais discute sobre esses temas, a não ser, obviamente, se estes aparecer numa novela qualquer, esses jovens vem muitas vezes os impostos altíssimos que pagam, ou que seus pais/ responsáveis o fazem, ir direto para o bolso de corruptos políticos em oposição à saúde, educação, saneamento... para onde deveriam ir. 
Na ditadura os militares acabaram com os direitos da população, contudo foi essa uma época que o Brasil teve um salto gigantesco quanto à parte que tange a construção de pontes, viadutos, estradas e outras obras públicas, visavam eles, os militares, uma nação melhor, mais forte, mesmo que para isso a população deve-se sofrer ou ter seus direitos suprimidos, os jovens pensantes dessa sociedade, dotados de saber e conhecimento, que pudessem por em risco o governo e o país eram um inconveniente, por isso tiraram desses o aprendizado das ciências sociais, como a sociologia e a filosofia, e esses jovens cujos direitos foram abdicados se rebelaram, fizeram greve, protestos, revoluções e movimentos contra esse regime autoritário, um meio de fazê-lo foi através das inúmeras musicas de duplo sentido criado por cantores favoráveis à causa dos jovens, musicas cujas quais “driblavam” a censura e tentavam conscientizar a população do que estava acontecendo, tentando motivá-los a se movimentar contra isso, infelizmente não é isso que vemos no gênero musical de hoje em dia, em que a maioria fala agora apenas de amor, paixão, decepções ou traições, não mais tratam de assuntos relevantes à sociedade que vivemos, sem esquecer é claro que isso é obviamente algo muito generalizado, por tanto não se pode dizer que as músicas da atualidade em que vivemos são todas ruins ou que falam todas de assuntos fúteis ou de carácter particular ou seja idiotas - que do grego idiótes significa "homem privado", em oposição ao homem do Estado, ou seja público - como acontece nas musicas que falam de assuntos como os acima citados: amor, paixão... mas que fique claro que o "idiota" que refere-se as músicas destes está associado ao termo grego, pois em latim idiota significa "aquele que é absolutamente ignorante em algum oficio", penso eu, por tanto, que este deve ser simplesmente ignorado quando se analisa esse tema; tomando por coletânea as músicas: "Geração Coca-Cola", de Renato Russo; "Alegria, Alegria", de Caetano Veloso; e "Como nossos pais", de Belchior; vê-se criticas a sociedade, em especial durante a Ditadura, e através delas, por exemplo, podemos não só estudar o passado de nosso país como entender sua sociedade ao longo do tempo e criar uma sociedade melhor, corrigindo os erros do passado, afinal, com disse Confucio, "Se queres prever o futuro, estuda o passado"; sendo assim por falta de uma grande quantidade de músicas atuais úteis para a sociedade - pois, mesmo que não sejam, não significa que estas são completamente inúteis, tão pouco ruins, afinal, "gosto não se discute", essas apenas não são muito relevantes para o modo que vemos a sociedade -, há ainda muito patrimônio cultural nas músicas antigas, não só as estrangeiras, como muitos pensam que sejam apenas estas as importantes ou boas, como também as nacionais, que, desde a geração de nossos pais e avós até a nossa, vem trazendo inúmeros conhecimentos e/ou interpretações da sociedade, sendo por tanto fundamentais para formação de uma sociedade menos ignorante e mais interessadas pela vida pública do país e cidadania, ou seja, política.
Em resumo, o papel do jovem de antigamente e o do jovem da atualidade, continua sendo o mesmo, o que mudou foi a forma como que o realizamos e como somos cobrados e/ou motivados para isso.

O que é "O Pasquim"?

Por que dar um nome desses a um projeto de escola?
O Pasquim  -  do francês, pasquin; do italiano antigo, pasquino, de Paschino, nome de uma estátua mutilada instalada em frente ao palácio do Cardeal Caraffa, 1501, sobre a qual os romanos afixavam textos anônimos criticando ou satirizando o governo ou uma pessoa de alto poder e dignidade; em grego, σάτιρα, que significa sátira; e do latim, notari, que significa notado -  é um jornal caluniador e difamador, em geral de pouca circulação e baixa qualidade, mas foi muito importante na historia, pois diferente dos demais meios de comunicação, o pasquim era um porta-voz da indignação social de um povo.
Foi introduzido no Brasil durante a ditadura militar (1964-1985) como um tabloide semanal reconhecido por seu papel de oposição ao regime militar. Em 26 de junho de 1969, teve sua primeira edição publicada, bem como as próximas, com a participação de ícones brasileiros fixos como Jaguar, Tarso de Castro, Sérgio Cabral, Ziraldo, assim como outros eventuais como Ruy Castro, Ivan Lessa, entre outros... O cartunista Jaguar desenhou como símbolo do Pasquim o ratinho Sig, Sigmund Freud.
 A partir de 1970 toda a equipe que formava o pasquim foi presa, e as bancas que vendiam jornais alternativos, como o pasquim, foram ameaçadas de atentados a bomba. Como boa parte dessas bancas deixou de vendê-lo, o Pasquim via o inicio de seu fim. Apesar de não ter sido desfeito durante a ditadura, foi enfraquecido e em 11 de Novembro de 1991 foi publicada sua última edição.
No mágico mundo de Harry Potter criado pela autora J.K. Rowling, o Pasquim assume o mesmo papel, confrontar os jornais regulares, e manifestar a indignação que o publico pensante de seu jornal tem para com o que é dito pelo Ministério da Magia e o Profeta Diário (jornal regular, com apoio do ministério de natureza comercial), o pasquim de Xenófilo Lovegood, é focado mais em dizer o que pensa do que no lucro, infelizmente usa termos muito extravagantes e às vezes absurdos, por isso não é muito respeitado no mundo mágico. Fora os absurdos, o pasquim é um tabloide inofensivo.
Seja em Roma, Brasil, no Mundo Mágico de Harry Potter ou aqui, o Pasquim assume um mesmo papel, confrontar o governo, as mídias apoiadas por esse, ou qualquer um que não se dá ao trabalho de pensar e seguia fielmente o que lhes ordenavam, ou seja, manifestar a insatisfação do grupo pensante da sociedade de forma à propagar essa ideologia aos demais.


Fontes de referência: